Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens

A tradição ainda é o que era

10:00:00


"Somos ARPIA, vamos brindar à saúde e à alegria". A música popular portuguesa continua viva e aconselha-se. Há cada vez mais bandas jovens nacionais a cantar a língua de Camões e há coletividades que mantêm vida a tradição com sonoridades de outros tempos. Nessa senda, o Centro Cultural do Bom Sucesso junta no sábado, 18 de março, três grupos num espetáculo alegre com entrada gratuita. Os Alborca, os Folha Verde o os Cavaquinhos da Arpia prometem estar presentes. É às 16h.

#emcasaéqueeunãofico #atradiçãoaindaéoqueera #estaterraégira "sugestõesgirasdagira #alverca #bomsucesso







Cantadeiras transportam história

19:51:00

Assinala-se hoje, 8 de março, quarta-feira, o dia internacional dos direitos da mulher 💖. Uma data que recorda "o longo caminho que ainda há a percorrer para que a igualdade entre homens e mulheres seja uma realidade" 💪. Palavras de Fátima Amaral, do Movimento Democrático das Mulheres, organizadora de um evento que decorreu no domingo, 5 de março, na igreja Lusitana da Castanheira do Ribatejo. Um encontro com discursos e um momento musicial interpretado pelas cantadeiras 🎶 "Essência Alentejana". Um conjunto de mulheres que transporta com dignidade eternal o peso do cante como património imaterial da humanidade 🙌. Aqui fica parte de uma performance que poderá ver de novo a 21 de março, no auditório da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira. Esta e outras sugestões para o teu tempo livre clicando aqui 👉 👉http://bit.ly/2f9BDg2 <3 .

#atradiçãoaindaéoqueera #mulheresaopoder #vozescelestiais #océunaterra #oalentejoveioaoribatejo #castanheiradoribatejo #revistagira

Cante na Castanheira

21:07:00

O cante alentejano foi eleito como património cultural imaterial da humanidade em 2014. Desde então, este género musical tem despertado cada vez mais interesse cá dentro e lá fora. Sobretudo associado à voz masculina, é nas mulheres que estas músicas ganharam força, nos cantares pelos campos e em casa, enquanto as mães e esposas lidavam com a labuta doméstica e agrícola. Para recordar esses tempos de esforço e sacrifício, a igreja Lusitana, S. Tomé, na Castanheira do Ribatejo, organiza uma sessão de cante, pela Associação das Cantadeiras de Essência Alentejana, este domingo, às 15h30. Um espetáculo a antecipar o dia internacional da mulher que se assinala a 8 de março. O mesmo grupo estará a 21 de março, às 21h, na Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira a assinalar o dia mundial da poesia. Esta e outras sugestões para o teu tempo livre clicando aqui 👉http://bit.ly/2f9BDg2 <3.

#oqueénacionalébom #atradiçãoaindaéoqueera #óhtempovoltaparatrás #sóficaemcasaquemquer #estaterraégira

Marta Rosa canta em Alhandra

03:59:00

Marta Rosa vai cantar e encantar no próximo sábado, 4 de março, o público do bar "Bóia Lounge", no passeio ribeirinho de Alhandra. A fadista de Alverca é a convidada para uma noite de fados que começa às 21h. Com uma voz jovem e um espírito esbelto, a cantora tem arrecadado elogios um pouco por todo o país e os convites para peças de teatro, óperas e casas de fado têm surgido. Será por isso com prazer que a vamos ouvir. E é melhor reservar! 932 588 067

#talentodanossaterra #estaterraégira #alhandra #quemcantoassimnãoégago #atradiçãoaindaéoqueera #jovemesperança

Anjos em Alhandra

20:02:00


A igreja matriz de Alhandra pareceu hoje ainda um pouco mais celestial ✨. O edifício abriu portas para receber os coros do Conservatório Regional Silva Marques - CRSM​ da Euterpe Alhandrense, Sociedade​ que apresentaram o seu trabalho do primeiro período letivo 👏. Este concerto de Reis encheu este local de culto com pessoas de todas as idades. As vozes afinadas ecoaram pelas paredes e o mundo pareceu, por alguns minutos, mais em paz <3. Neste vídeo cantam os alunos dos quinto e sexto anos ⭐⭐⭐⭐⭐.

#talentodaterra ✌ #euterperules #alhandra #conservatóriosilvamarques 👌 #nemtodaagentecantaassim







"Nunca desisto"

20:44:00


Andrea Verdugo foi afastada da final do concurso “The Voice Portugal” mas é para o lado que ela dorme melhor. “Caso fosse um dos finalistas ficaria presa a um contrato de exclusividade que não me iria beneficiar”, revelou à gira. Nos próximos seis meses ainda deve explicações à produtora mas, depois, prepara grandes planos para a sua vida profissional que, inevitavelmente, passa por sair das fronteiras do concelho. Neste número, em que dedicamos um especial aos talentos da região, o António Dias foi falar com a jovem cantora de 24 anos sobre a sua carreira e sobre a sua paixão pela sua terra.

Ficaste desiludida por teres falhado a final do The Voice Portugal?
Nem por isso. Existem questões contratuais que me poderiam ser desfavoráveis. Ao entrar para o programa, os participantes assinam dois contratos: um com a produtora e outro com uma master, neste caso a Universal Music Portugal. E quando passamos para a final são ativadas automaticamente determinadas cláusulas que nos prendem durante quatro anos à editora. Eles detêm todos os direitos sobre a minha propriedade artística, com a opção de usar ou não essa possibilidade. É apenas uma forma de não nos deixarem escapar. Assim, apenas estou vinculada por seis meses. Quando estamos numa situação destas acontece tudo tão depressa. E uma coisa é vivê-la no momento, outra é estar cá fora e analisar tudo com calma. É claro que é sempre estranho ter estado tão próxima da final. Mas ter sido uma das oito melhores enche-me de orgulho. E tenho que confessar que gostei muito da qualidade dos vários participantes. Descobre-se gente formidável por aí. E vejo, cada vez mais, que muitos vêm de locais desconhecidos, longe das grandes cidades. Há muito talento neste país e só tem sucesso quem trabalha e persiste. A sorte é apenas dois por cento do bolo final.

Este não foi o teu primeiro programa de televisão.
Estive no Factor X, participei no concurso de bandas do concelho de Vila Franca de Xira, o RIFFEST, onde ficámos em segundo lugar e que nos garantiu dinheiro para comprar uns instrumentos para a banda [Andrea faz parte dos Grifo], e quando era muito pequenina fui com o meu pai ao Família Superstar que juntava famílias a cantar.

Aliás, a tua família é feita de músicos.
A minha avó tocava baixo e o meu bisavo é que ensinou o meu pai a tocar música. Eles tinham um grupo de baile nos anos de 1950 e 1960. O meu pai chegou a ter uma banda aqui no concelho que teve imenso sucesso, os "Vortex", que até se reuniram há pouco tempo, e manteve-se também a solo ou com outros grupos. A minha mãe é mais das artes, que é outra vertente da minha vida [Andrea é licenciada em design de cena, maquilhadora e cenógrafa]. Ela faz mais artesanato e também pinta. Eu acabei por juntar os dois lados. Já a presença neste tipo de programas é sobretudo para promover a minha banda, os Grifo. Já nos conhecemos há imensos anos e, apesar de termos começado com covers, como qualquer banda como a nossa, já temos temas próprios e gravámos recentemente o nosso primeiro disco, “Fugaz”. Ir ao The Voice foi uma tentativa de divulgar o nosso trabalho em maior escala. Foi a mesma estratégia quando fui ao Factor X.

No The Voice acabas por reencontrar a Marisa Liz.
Sim. Os Amor Eletro vieram ao pavilhão multiusos, há cerca de três anos, participar no festival da juventude. Como fã decidi arriscar e enviei uma mensagem por email a sugerir cantar uma música com eles em palco. Fiquei à espera e só umas três semanas antes é que me responderam afirmativamente. É claro que eles tinham feito pesquisa e conheciam um pouco do meu trabalho, sobretudo com os Grifo e aceitaram a ideia. Foi a minha primeira grande oportunidade.

Deve ter sido emocionante.
O Cevadeiro estava a abarrotar, nunca me esquecerei. Ainda por cima eles eram, e são, para mim, uma banda de referência, o que me deixou ainda mais extasiada. A partir daí foi sempre a crescer. Começámos a compor, organizámos melhor o nosso catálogo, participámos em espetáculos de renome, como o EDP Live Bands, que nos leva ao Optimus Alive e que, por sua vez, nos permite ir gravar uma música a uma master, a Sony Music, perante um painel de gente importante no mundo da música. No final, conseguimos chegar aos seis finalistas, o que já achámos excelente. Depois disto tudo, sentimo-nos seguros o suficiente para pensar em gravar um disco. Andámos à procura de uma discográfica que pudéssemos pagar, até que nos cai do céu a Valentim de Carvalho que nos propôs uma acordo impossível de recusar. O disco é pequenino, tem apenas nove músicas, mas é apenas o início. Os Grifo começaram por ser uma banda com quatro elementos e já somos uma equipa de nove pessoas, tudo malta da região, que trabalha neste projeto. A responsabilidade é cada vez maior.

Vivem sobretudo de concertos, certo?
Sim. Não pretendemos fazer dinheiro com o álbum. Aliás, estamos neste momento a preparar toda a plataforma para que esteja tudo disponível de forma gratuita na internet. Já lançámos um single “Ébrio” que faz parte do EP e devemos lançar outro tema em breve. Estes seis meses do programa foram um stress e só agora estamos a acalmar. Portanto, para já estamos a preparar um CD com cinco músicas gratuitas e outras 100 unidades físicas pagas, exclusivas, com duas faixas mistério, para criar suspense. É claro que não queremos lucrar com isto. O objetivo é dar a conhecer a nossa música.

E começas a ser reconhecida na rua?
Muito. Então fora de meios urbanos é a loucura! No entanto, tenho os pés bem assentes na terra. A passagem pela televisão é um toque e foge. Se não existir trabalho, empenho e sacrifício, é inútil. Sei que acabo por marcar pela minha imagem irreverente e meio tonta, mas é o trabalho com os Grifo que marca o meu percurso e que me alimenta a alma. Aliás, fiz sempre questão de falar dela a todo o momento, daí também estarmos a ser tão reconhecidos.

E preparam-se para sair das fronteiras do concelho. 
Sim até porque já tocámos em todos os sítios possíveis e imaginários por aqui. Queremos agora alcançar um palco maior. Mas confesso que tenho muita pena como Vila Franca de Xira parece estar a morrer. Gostava que tivesse mais vida. E falo como ativista cultural [Andrea faz parte da associação MICA] e esta atitude chateia-me um bocadinho porque as pessoas dizem que nunca há nada mas quando parece existir nunca aderem. E, no fim, acaba por haver uma certa estagnação. Só que eu sou jovem e teimosa e como tal nunca desisto. E através da MICA e dos Grifo mantenho esta luta constante e fico muito contente quando temos sucesso. Como acontece com a Semana do 11,  o programa cultural gratuito, em que acontece sempre algo às 11 horas, e que tem tido uma ótima aceitação. Só que depois tudo o resto parece que não pega. Custa-me que, por mais que haja ideias e atividades, nada singre. E nós temos todos o fatores para sermos uma terra grande: localização, espaços icónicos, o rio, a história e o património.  Talvez seja a proximidade com Lisboa e estarmos a 15 minutos de comboio da capital. E a culpa nem é de quem dirige os destino do concelho, porque a cultura existe. É mais com o povo em si. Nós, banda e eu, temos imenso orgulho na nossa terra, parece é que que ela não tem orgulho em nós.

Entrevista incluída na edição de janeiro da gira. Para ler aqui.




Óbidos vem até Vila Franca

15:27:00

Quem gosta de música coral? Amanhã, às 16h, há música na Fábrica das Palavras, em Vila Franca de Xira. A sala polivalente recebe mais uma edição do festival "Artes de Cá, Artes de Lá" e convida o coro "Nascente Olho Marinho" que vem de Óbidos cantar alguns dos seus temas. A entrada é gratuita.

Noite de fado na CURPI

19:47:00

A Comissão Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos (CURPI) de Vila Franca de Xira organiza, esta sexta-feira, a segunda grande noite de fados. O evento vai decorrer nas instalações da CURPI, na rua comendador Miguel Esguelha. Hélder Lopes à viola e Luís Grácio na guitarra vão acompanham diversos fadistas, como Amália Rodrigues, João Borges, Américo Pires, António Manuel, entre outros. O espetáculo começa às 22h e as entradas custam entre os €10 e os €12,5. Reservas pelo telefone: 966 765 860 ou pelo 214 080 878.
A lista completa de atividades para o seu fim de semana aqui.

Captain Boy em Vila Franca

13:43:00


Pedro Ribeiro é um músico jovem, cheio de energia, que se descreve como um "vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo". O seu alter ago, Captain Boy, vai estar este sábado, 24, no auditório da Fábrica das Palavras, num concerto intimista e deslumbrante. No espetáculo irá apresentar algumas das suas músicas que farão parte do disco de estreia que será lançado em janeiro de 2017. Captain Boy já apresentou o seu trabalho em várias cidades, tendo passado por Lisboa, Porto, Guimarães, Braga, Leiria, Viana do Castelo, Tui, Ourense, entre outras. A sonoridade "ferrugenta" acompanha-o em todas as actuações, remetendo o público para um ambiente típico de um barco imaginário. O navio faz uma paragem no porto de Vila Franca, este sábado, num concerto a não perder e que começa às 21h30.