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Grande mulher

08:00:00

Cavaleira Ana Batista prepara a nova época taurina na sua quinta em Salvaterra de Magos. Ela foi uma das mulheres a quem quisemos dar destaque na edição de março da gira. Mulher forte, ribatejana, com garra 💪 e que tudo fez para vencer num mundo predominantemente masculino 😏. Custou mas conseguiu ser reconhecida no meio . A história é contada aqui clicando na imagem ao lado 👉 . A edição em papel pode ser levantada num destes locais 👉 http://bit.ly/2fiO1tE 👌.

Mulheres ao poder

16:55:00

Assinala-se amanhã, quarta-feira, 8 de março, o dia internacional da mulher. Em Portugal, 62 por cento dos doutorados são do sexo feminino. Mas só três conseguiram ser reitoras e poucas atingiram o cargo de professora catedrática. Muitas desistem da carreira por causa da família, a outras não lhes é permitido, subrepticiamente, chegar lá. E, claro, há o vencimento que continua a ser inferior. No entanto, as leis e a mudança de mentalidades têm permitido abrir portas e desbravar caminhos. E nem é preciso ir muito longe para encontrar exemplos de determinação. A gira de março entrevistou algumas das mulheres mais importantes da região. Este é um excerto do texto que pode ler na totalidadeaqui 👉 http://bit.ly/2mT0RlM ou aqui 👉 revistagira.com.

📝 António Dias

Ana Ribeiro fala com rapidez e de forma assertiva. A formação na GNR deu-lhe a postura e obriga-a a um certo porte. Tem uma arma à cintura, o que impõe respeito, e na parede ao lado estão afixadas as fotos de alguns dos 170 militares que estão sob o seu comando, no posto territorial da GNR de Vila Franca de Xira, em Vialonga. Sorri quando é questionada sobre o poder que tem sobre todos eles. “Acredito que o facto de ser mulher permite-me encontrar consensos mais facilmente. Os homens tendem a aceitar melhor as ordens delas do que de deles. Conseguimos levar a nossa avante de uma forma mais subtil”, segreda. Não que tenha sido isso que a fez chegar ao cargo de líder. “Ingressei na Academia Militar e fiz o meu percurso normal de oficial até chegar aqui. E nunca fui alvo de qualquer discriminação. Se fosse, haveria os meios próprios para seguir”, assevera. Durante a sua carreira profissional, reconhece que teve um ou outro colega talvez um pouco mais cauteloso na abordagem. “Sobretudo no início quando ainda era inexperiente. Cheguei a capitão com 23 anos de idade e a maioria dos meus subalternos eram de faixas etárias elevadas. Acredito que muitos me pudessem olhar de soslaio. Eu própria receava falhar. Mas tudo muda e ganha-se com a experiência de vida”, resume.
Porém, há talvez um carinho, quase paterna-lista, quando uma mulher enfrenta uma posição que lhe exige esforço. Que o diga Ana Batista, a cavaleira de Salvaterra de Magos, que quis ser toureira. “Sempre tive que lutar para ganhar a posição de igualdade perante os homens. No início, havia como que um cuidado acrescido que eu sempre recusei. Queria fazer o mesmo que os meus colegas, sem mais ou menos vantagens. Só assim consegui o reconhecimento que tenho hoje”, assegura. Na sua quinta, rodeada de campo e paz, veste com orgulho o traje de amazonas, enquanto troca uma carícia com o seu cavalo. “No norte, as mulheres são mais calorosas e gritam palavras de incentivo. Uma vez, ouvi uma conversa entre dois homens que, na brincadeira, me perguntavam se eu sabia cozinhar. Houve sempre um carinho diferente por ser mulher. É claro que um homem consegue brigar com um cavalo mais tempo e com menos sofrimento físico. Todavia, tentei sempre tourear de igual para igual. O toiro não sabe distinguir qual o sexo da pessoa que tem à sua frente", sublinha. Ana Batista perdeu a conta às lesões que sofreu. "Estou cá. Superei tudo. Também acho que é essa força que fez com os meus colegas percebessem a minha determinação". De facto, espera-se sempre que o sexo feminino seja sinónimo de submissão, carinho e sensibilidade. Ao demonstrar força, ela rompe com esse esteriotipo e há quem entenda isto como um confronto.
Durante as eleições presidenciais, Hillary Clinton defendera a sua postura mais fria e rude por vezes, como resposta ao mundo fechado da política. Um pouco à semelhança das críticas que atiram a Angela Merkel. “O facto de ser mulher obrigou-me a ser mais ríspida para poder entrar num universo predominantemente masculino”. No entanto, Maria da Luz Rosinha discorda desta posição. “A credibilidade não resulta de dureza, mas sim da convicção e honestidade que colocamos nas causas que defendemos. Se isso obrigar algumas vezes a ser mais firme, não tem a ver com o género, mas sim com a afirmação”. A deputada do PS esteve à frente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira entre 1997 e 2013. “Em momento algum e numa terra de gente muito assumida me senti descriminada por ser mulher. Orgulho-me de o ser”. Para Ana Batista essa é até uma vantagem. "Conseguimos levar para a praça uma sensibilidade diferente e isso atrai também o público e transforma o espetáculo mais rico", defende a toureira. Aos poucos, elas chegam lá. Fruto da liberalização sexual das últimas décadas, o sexo feminino conquistou terreno e é hoje um elemento cada vez mais forte na sociedade. "Se estivermos atentos, verificamos que há muitas mulheres em lugares de grande relevo, como na investigação científica, nas universidades, na justiça e em algumas empresas", atesta Maria da Luz Rosinha. Amália Rodrigues, por exemplo, ainda é uma das mais fortes imagens de marca do país no mundo, tal como o é a fadista Mariza. Joana Marques Vidal é procuradora-geral da República e foi conside-rada das mulheres mais poderosas do país. E depois há os casos mediáticos de Cristina Ferreira que em tudo o que toca transforma em ouro. É provável que poucos homens consigam escalar a montanha do sucesso tão rapidamente quanto ela. A apresentadora é vista como uma referência para o público feminino. “Se ela consegue também eu consigo”, pensarão. Porém, a realidade ainda é cruel. Os números da violência doméstica continuam muito altos. Em 2015, 29 mulheres perderam a vida às mãos dos "seus amados". Todos os dias, quase duas dezenas são alvos de agressão. Elas representam 80 por cento das vítimas de todos os crimes registados. Os homens são quem comete a maioria. "É uma realidade muito complicada de combater", suspira Ana Ribeiro. "Muitas só apresentam queixa depois de décadas a sofrer maus tratos. Outras, negam tudo por receio de represálias e grande parte dos casos são arquivados porque depois não há provas. Exceto nos casos em que há registos médicos ou outras evidências. De resto, é muito complicado quebrar o ciclo", lamenta a militar da GNR. Para a deputada do PS o fim só passa pela capacidade de independência. "Ninguém é incapaz e a mulher tem seguramente um espaço na família e na sociedade que é seu e pelo qual deve lutar". O lema mantém-se e a luta continua.

#sexoforte #àsarmas #somosasmaiores #feminismo #direitosiguais #todosdiferentestodosiguais


 ana ribeiro

 cristina pereira rodrigues

 manuela ralha

maria da luz rosinha


Viva o amor

11:59:00


Vila Franca de Xira, mon amour <3. Esta terra é gira e romântica. Que o digam Renato e Catarina. Ele de Santarém e ela de Almada que aqui se encontram para os treinos de dança desportiva. O mesmo com José e Ana (na foto de cima) para quem, mesmo com experiências profissionais no estrangeiro, é na cidade à beira rio plantada que querem passar os seus dias. Para a edição de fevereiro da revista gira, fomos à procura de histórias que fossem um hino ao amor é à amizade. São três histórias que perduram e provam de que hoje em dia nem tudo é tão fugaz como parece. A reportagem saiu na edição em papel aqui >>>>   http://bit.ly/2jAD90D . Há mais fotos das sessões fotográficas com os nossos casais apaixonados no sítio da gira em revistagira.com

📷 Ana Paula Vieira

O que é o amor? Luís Vaz de Camões disse, outrora, que "amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer". Versos que ficaram para a História e hoje são recordados como frases chave para descrever um sentimento que move montanhas. Será demasiado dizer que é a paixão que faz mexer o mundo? Há quem insista que é o dinheiro. Todavia, o que une as pessoas? O que leva os indivíduos a construir uma casa, a casar, a ter filhos, a partilhar uma vida e, como tal, a colocar em marcha toda a mecânica social do emprego, das compras, dos sentimentos, dos bens materiais? O afeto entre duas pessoas.
O mais curioso, às vezes, é a forma como tudo começa. José Ferreira, de 55 anos, está casado com Ana Maria, de 57 anos de idade. Conheceram-se há 39 anos numa situação caricata. "Nós vínhamos do liceu, ele mais à frente de mim. Tropecei, ia caindo, e como ele estava à frente foi nele que me apoiei. Acabei por magoar o dedo", recorda ela, entre gargalhadas. Ele acrescenta: "como eu praticava judo, percebia de luxações e sabia como resolvê-las. No dia seguinte, fui à procura dela para saber como estava o dedo e foi assim que nasceu a nossa relação".
Eram outros tempos, em que namorar teria sempre que passar pelo consentimento dos progenitores e o pudor era maior. "Eu sempre tive uma ótima relação com os meus pais. A coisa correu normalmente", assegura a antiga secretária de administração. "Um dia, o meu sogro", revela o oficial da Força Aérea, "ao deixá-la em casa depois de uma ida ao cinema, convidou-me para ir almoçar a casa no dia seguinte. Tudo muito formal e a respeitar um certo protolocolo", lembra. Com um ar jovial, Ana troça. "Apanhou cá uma seca". Sentados no banco do jardim, o casal olha para o passado com um enorme sorriso nos lábios. Contam cada peripécia com orgulho e muita saudade. "O segredo da longevidade está na honestidade. Nunca escondemos a verdade e assumimos as responsabilidades", revela o também ex-presidente do Ateneu Artístico Vilafranquense.
É um pouco o que defendem Rodrigo Silva e Ana Inácio. Ele com 35 anos, DJ, ela com menos três anos de idade e contabilista. "Nunca nos expomos muito e somos muito amigos um do outro", elogia ele. "Hoje em dia, à mínima discussão, as pessoas separam-se", critica ela. "Partilhamos todos os nossos problemas e somos rápidos a resolver as questões. Não deixamos os assuntos arrastarem-se", exemplificam. Ambos admitem que, atualmente, as redes sociais, como o facebook, em nada contribuem para solidificar das relações. "É preciso ter algum bom senso", aconselham. A história deste amor começou há muitos anos, quando Ana se mudou do centro de Vila Franca para o Bom Retiro. "Passei a frequentar a mesma escola e morava na mesma rua. Tudo ajudou", mesmo que ela tenha uma gémea. "Só nos distinguimos porque eu tenho um sinal e ela não", revela, sorrindo. Então o que a atraiu mais nela, perguntas tu? "Sei lá", ri-se Rod Tha Funk, como é mais conhecido. "A irmã já tinha namorado e o estilo da Ana era mais clássico". Casaram muito recentemente e já têm um filho em conjunto, também chamado Rodrigo. Como se mantém uma relação duradoura, perguntamos nós? "Gostamos dos pequenos pormenores. Adoramos passear juntos, ir às compras, andar pelo jardim. Situações que, se calhar, para outros são banais, para nós são motivo de confraternização e alegria", explica o conhecido DJ. E como se conjuga uma vida noturna com um namoro estável? "Eu nunca me importei de ir com ele. Para mim era como eu me sentia bem. E nunca fiz fitas por ele ter raparigas à volta dele, ou porque ele chegava mais tarde a casa. Eu não podia obrigá-lo a escolher entre mim e a profissão. Por isso adaptei-me", refere Ana Inácio. "Hoje em dia, já tenho mais cuidado a escolher trabalhos. Tenho um filho e quero vê-lo crescer", acrescenta.
Para Catarina Gemelgo e Renato Brás, conciliar vidas é, talvez, a parte mais fácil: ambos são dançarinos de competição. Vila Franca é, neste caso, o ponto de união deste amor. Ele é de Santarém e ela é de Almada. Cada um competia em escolas diferentes e começaram-se a cruzar em provas de dança desportiva. "A primeira vez que nos vimos, ainda me lembro, foi numa prova no Bombarral", segreda a jovem de 22 anos. "Durante os tempos seguintes fomos seguindo os passos um do outro até que dei o primeiro beijo", conta o ribatejano de 21 anos. "Foi a 31 de março de 2012", recorda ela. Trocam uma gargalhada cúmplice. Em cinco anos, passaram por inúmeros problemas: assumiram o namoro, deixaram o par com quem treinavam e juntaram-se um ao outro nos treinos e nas competições, mesmo indo contra a opinião dos pais. Entraram na faculdade e continuaram a conjungar estudos com a dança desportiva. "É muito difícil mas talvez seja isso que nos une mais: saber que estamos ali um para o outro. Partilhamos tristezas, alegrias, frustações. Somos muito unidos", assegura Renato. Apesar de haver diferenças entre estilos, como revela Catarina. "Eu sou mais conservadora. Ele sempre teve mais raparigas à volta dele. Como é bonito e foi campeão nacional, sempre foi o centro das atenções. Eu nunca quis entrar nesses jogos. Como tal, foi ele que teve que tomar o primeiro passo", conta. Ele sorri, concordando. "Ela é a parte organizada da relação. Conto com ela sempre para tudo".
Cada casal tem a sua história, à sua maneira. Seria impossível fazer, nestas singelas páginas, um estudo sociológico do amor no século XXI. Há quem diga que está pelas ruas da amargura. O que interessa, nestes três relatos, é a firmeza do compromisso. É a certeza de que, nos momentos maus a nossa cara metade está lá. "Porque nos bons, é tudo fácil", sintetiza Ana Maria.

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Há noite em Vila Franca

12:55:00


O fim de semana está quase à porta. E ao contrário do que se diz por aí, há noite que se farta na região de Vila Franca de Xira. Locais emblemáticos, renovados ou novos. Escolha há, basta que apareça. A noite até pode começar no Villa Rio, em Alhandra (foto em cima), que agora tem almoços e jantares com novo chef. O prego da vazia em bolo do caco é um dos pratos incluídos na nova carta. O bife de vazia desfaz-se na boca como manteiga, as cebolas caramelizadas estão no ponto, o pão é fresco e fofo, o creme de alho é divinal. Juntos compõem uma experiência gastronómica sublime. O edifício histórico em Alhandra, à beira Tejo, alberga um dos espaços noturnos de maior sucesso no concelho de Vila Franca de Xira. “Os nossos padrões de exigência são altos. Só assim é possível manter uma casa como esta por tanto tempo”, explica Iola Martins, gerente do bar que agora alargou o seu horário e área de restauração. “Aumentámos o tempo de funcionamento e melhorámos alguns aspetos do serviço”, congratula-se a responsável. Para breve preparam a reabertura do dancefloor no primeiro piso e a partir da primavera o terraço estará disponível. Muitas surpresas nos aguardam. À medida que a clientela entra, o novo staff formado pela gerência, sorri e distribuiu pedidos com eficiência. A farda escolhida a dedo, camisas brancas com bolas pretas, suspensórios e laço ao pescoço, confere uma atmosfera sofisticada. Como se estivéssemos numa qualquer outra cidade cosmopolita. O Villa Rio é um exemplo de fulgor na noite de Vila Franca de Xira. Depois das refeições, afastam-se as mesas e a dança começa. Imperdível.
Há outros espaços interessantes pela região, alguns meio desconhecidos, que estão a animar o universo noturno no concelho. É o caso do Décima Arte Coffee Lounge, na Póvoa de Santa Iria. O local abriu há dois anos e é “um ponto de encontro para pessoas de todas as idades que gostam de estar descontraídas”, descreve Carla Fernandes. Os proprietários começaram por ser gestores do bar da praia dos pescadores, chegaram a ter outro café e decidiram arriscar neste lounge. Há bebidas, crepes, tostas e doces. O rés do chão é avant garde enquanto que o primeiro piso puxa por elementos mais exóticos. “Quisemos criar duas zonas distintas para que o cliente pudesse optar por aquele onde se sentisse mais confortável”. A ideia resulta e tem feito sucesso, apesar da longa lista de regras obrigatórias para todos os clientes: é proibido usar chapéu, consumir em pé, colocar os sapatos em cima das cadeiras, entre outras. “Queremos eliminar certo tipo de público. Uma pessoa entra com boné, casaco e cachecol, tira estes acessórios e depois consegue sair sem pagar porque ao mudar a sua aparência perco a noção de quem é. E se permitíssemos enchentes com gente em pé, os nossos empregados, que andam com bandejas, muita vezes com bebidas quentes, podiam colocar em perigo quem está sentado”. Nada disto afugenta os consumidores. “Não me queixo de falta de público”, assegura.
A noite prossegue. Para quem quiser abanar o capacete, a uns dois quilómetros dali há fila já para entrar no Amazing Klub, onde “se juntam pais e filhos”, como admite Miguel Teixeira, proprietário do night club. “Normalmente, começamos com oldies e passamos para temas mais atuais, à medida que a noite avança e o pessoal mais velho regressa a casa, deixando a malta mais nova por aqui. Mas depende do vibe e do DJ”, realça. Isso explica que às 24h esteja a tocar Corona, com “Baby Baby”, uma brasileira e respetivo hit dos anos de 1990, e às 2h já bombava Calvin Harris. É compreensível.
Para quem prefira música ao vivo, existem igualmente diversas hipóteses. O Shark Bar, em Alverca, mantém a tradição de apresentar bandas de covers. O espaço exíguo não afasta ninguém e quem sobra acumula-se no lado exterior de copo na mão. Luísa Nunes e os restantes funcionários desdobram-se para responder aos pedidos enquanto cantaroleiam as músicas que fazem vibrar as paredes. A agitação paira no ar. Quem disse que Vila Franca não é divertida? “Eu acho que no passado houve, de facto, muita variedade. Hoje pode haver menos mas são melhores”, acredita Carla Fernandes.
Um desses locais emblemáticos com muita história é o SoHo Café and Lounge. Este sábado, 11 de fevereiro, há mais uma noite dedicada ao gin com DJ Mikas a pôr música. Os mesmos proprietários gerem o café Puro, réstea de um passado glorioso na noite de Vila Franca. Rita Simão, relações públicas dos dois espaços explica: “queremos ser diferentes. Trazemos bandas com música ao vivo, DJ, fazemos festas temáticas, entre outras. O objetivo é ser original”. Até porque a concorrência é muito forte. Além de Lisboa, que absorve muita da clientela, abriu um novo espaço, em Vialonga, que pretende ser mais uma alternativa. Vasco Pinto, responsável pelo Station - Discoteca, promete bebidas a preços acessíveis, DJ consagrados, festas temáticas e os sucessos do momento, sobretudo de kizomba. O espaço foi decorado por um conhecido graffiter do concelho, com elementos africanos. A nova gerência acredita no sucesso. E claro que há sempre o SIMMS Café Bar, ao lado do antigo Vila Franca Centro, que continua de portas abertas e organiza alguns eventos esporádicos. É muito frequentado pela população estudantil e animado ao final do dia. O ânimo parece regressar. O City Bar, por exemplo, tem nova gerência e promete ser uma boa alternativa mais calma e aprazível, para quem apenas quer tomar um copo. Portanto, escolha existe. Basta que apareça.

Mais fotos da noite vilafranquense no sítio da gira >>> revistagira.com

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